A contribuição científica fazendo a diferença para a gestão da água

A contribuição científica fazendo a diferença para a gestão da água

A contribuição científica fazendo a diferença para a gestão da água


Durante o XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, tiveram destaque os  prêmios aos jovens pesquisadores. Segurança de barragens, educação e o

panorama hídrico mineiro também estiveram em pauta no Expominas.

O incentivo à produção científica, que eleva a qualidade das discussões em torno da temática da água, é um dos focos do XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, promovido pela ABRHidro – Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Por isso, a programação do evento teve como um dos pontos altos a entrega do Prêmio Jovem Pesquisador. A iniciativa é uma ação de reconhecimento e valorização dos jovens talentos associados. “Trata-se de um incentivo aos novos pesquisadores por sua inovação, ineditismo e importância para o futuro da nossa instituição e para os avanços do conhecimento na área de recursos hídricos”, disse Nilo Nascimento, presidente da Comissão Científica. 

Tendo a água como tema central, participantes de quatro categorias foram premiados. Em primeiro lugar no Ensino Médio ficou a estudante Cláudia Lays Viana da Silva, do Instituto Federal de Pernambuco – IFPE. “Um momento memorável que me estimula a seguir na área científica com o objetivo de buscar qualidade de vida para todos”. 

Na categoria de Graduação, levou o primeiro lugar a estudante Tereza Margarida Xavier de Melo Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFC). Já no Mestrado, Rui Gabriel Modesto de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi o vencedor. “Esse resultado é fruto do trabalho do meu orientador e do meu desejo de contribuir para o nosso País”, afirmou Rui. No Doutorado, Cleber Henrique de Araujo Gama, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), levou o primeiro lugar. A emoção se estendeu até o final do evento, com homenagem póstuma dedicada ao professor Márcio Baptista, que foi associado à ABRHidro desde 1992 e atuou como diretor das Publicações no Biênio 2000/2001.

O fator comunitário


Na pauta do evento, não faltaram análises relativas aos impactos sociais da gestão hídrica. Afinal, a água é promotora de qualidade de vida e tem reflexos diretos sobre a rotina das comunidades. Uma dessas claras dimensões se faz presente no fornecimento de energia elétrica. A mesa-redonda “Restrições operativas das usinas hidrelétricas e seus impactos na operação do Sistema Elétrico Brasileiro”, teve esse elemento como foco central.

Além dos múltiplos usos da água e da importância do planejamento de recursos hídricos, foram tratadas a operação do Sistema Elétrico Brasileiro, a expansão da geração em sua relação com as restrições operativas hidráulicas e a identificação do valor econômico total da energia hidrelétrica e implicações para o manejo adaptativo dos rios, com base na experiência de escassez hídrica no Rio Colorado, no Grand Canyon (EUA). 

Esse debate foi moderado por Angela Livino (Empresa de Pesquisa Energética – EPE) e teve a participação de Lucas Bair (U.S. Geological Survey’s Grand Canyon Monitoring and Research Center – USGS), Sérgio Ayrimoraes (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA), Caio Monteiro Leocádio (Empresa de Pesquisa Energética – EPE), de Vinicius Forain Rocha, Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS) e do consultor Jerson Kelman.

Ainda em se considerando a perspectiva comunitária, outra agenda crucial esteve em discussão. A mesa-redonda “Os desafios para a segurança de barragens no Brasil” colocou em perspectiva as lições aprendidas com acidentes já ocorridos que, na visão dos especialistas, levaram a uma curva de aprendizado que se estenderá até meados de 2030. O papel do planejamento estratégico e tático, a capacitação e formação profissional e a participação social também foram enfatizados. 

A moderação foi do consultor, Gilberto Canali, com a participação de Jussara Cabral Cruz (Universidade Federal De Santa Maria – UFSM), Rogério Menescal (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA), Cristiane Collet Battiston (Ministério do Desenvolvimento Regional – MDR), Patrick Thadeu Thomas (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico- ANA), José Marques Filho (Universidade Federal do Paraná – UFPR) e Marcelo Rocha (SINGTD). 

Outros pontos altos do Simpósio

Confira mais momentos importantes do evento:

Em uma intensa agenda de reuniões paralelas, que pode ser conferida no link, o evento que movimenta a semana do Expominas trouxe temas altamente relevantes, durante a quinta-feira.

  • Programas ambientais:
    Surgem em reuniões que tratam de assuntos como o potencial de produção e a conservação de Recursos Hídricos. 
  • Boas práticas:
    Nesse sentido, ganha destaque o webinário especial sobre práticas de educação ambiental em comunidades tradicionais.
  • Conservação e biodiversidade
    Com uma reunião que coloca em cena o “Projeto Conexão Mata Atlântica” e seus efeitos práticos. 
  • Panorama mineiro:
    Em atividades cujo foco é a gestão das águas, bem como as políticas de conservação de recursos hídricos  praticadas no Estado de Minas Gerais.

Em seu último dia, nesta sexta-feira (26.11), o XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos cumpre uma agenda de visitas técnicas. O evento, que teve formato híbrido e correalização do Governo de Minas Gerais e da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), trouxe discussões fundamentais sobre a água, um recurso fundamental para as novas gerações e o futuro do planeta. Para o público em geral, foram disponibilizadas dezenas de  atividades gratuitas, disponíveis no canal do YouTube da Associação

*A ABRHidro agradece a participação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Governo Federal como patrocinadores na edição XXIV SBRH 2021.

Assessoria de Imprensa:

M.Bertelli Comunicação

(48) 99963.0416

imprensa@mbertelli.com.br

A contribuição científica fazendo a diferença para a gestão da água


Durante o XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, tiveram destaque os  prêmios aos jovens pesquisadores. Segurança de barragens, educação e o panorama hídrico mineiro também estiveram em pauta no Expominas.

 

O incentivo à produção científica, que eleva a qualidade das discussões em torno da temática da água, é um dos focos do XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, promovido pela ABRHidro – Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Por isso, a programação do evento teve como um dos pontos altos a entrega do Prêmio Jovem Pesquisador. A iniciativa é uma ação de reconhecimento e valorização dos jovens talentos associados. “Trata-se de um incentivo aos novos pesquisadores por sua inovação, ineditismo e importância para o futuro da nossa instituição e para os avanços do conhecimento na área de recursos hídricos”, disse Nilo Nascimento, presidente da Comissão Científica. 

 

Tendo a água como tema central, participantes de quatro categorias foram premiados. Em primeiro lugar no Ensino Médio ficou a estudante Cláudia Lays Viana da Silva, do Instituto Federal de Pernambuco – IFPE. “Um momento memorável que me estimula a seguir na área científica com o objetivo de buscar qualidade de vida para todos”. 

 

Na categoria de Graduação, levou o primeiro lugar a estudante Tereza Margarida Xavier de Melo Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFC). Já no Mestrado, Rui Gabriel Modesto de Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi o vencedor. “Esse resultado é fruto do trabalho do meu orientador e do meu desejo de contribuir para o nosso País”, afirmou Rui. No Doutorado, Cleber Henrique de Araujo Gama, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), levou o primeiro lugar. A emoção se estendeu até o final do evento, com homenagem póstuma dedicada ao professor Márcio Baptista, que foi associado à ABRHidro desde 1992 e atuou como diretor das Publicações no Biênio 2000/2001.

 

O fator comunitário

Na pauta do evento, não faltaram análises relativas aos impactos sociais da gestão hídrica. Afinal, a água é promotora de qualidade de vida e tem reflexos diretos sobre a rotina das comunidades. Uma dessas claras dimensões se faz presente no fornecimento de energia elétrica. A mesa-redonda “Restrições operativas das usinas hidrelétricas e seus impactos na operação do Sistema Elétrico Brasileiro”, teve esse elemento como foco central.

 

Além dos múltiplos usos da água e da importância do planejamento de recursos hídricos, foram tratadas a operação do Sistema Elétrico Brasileiro, a expansão da geração em sua relação com as restrições operativas hidráulicas e a identificação do valor econômico total da energia hidrelétrica e implicações para o manejo adaptativo dos rios, com base na experiência de escassez hídrica no Rio Colorado, no Grand Canyon (EUA). 

 

Esse debate foi moderado por Angela Livino (Empresa de Pesquisa Energética – EPE) e teve a participação de Lucas Bair (U.S. Geological Survey’s Grand Canyon Monitoring and Research Center – USGS), Sérgio Ayrimoraes (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA), Caio Monteiro Leocádio (Empresa de Pesquisa Energética – EPE), de Vinicius Forain Rocha, Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS) e do consultor Jerson Kelman.

 

Ainda em se considerando a perspectiva comunitária, outra agenda crucial esteve em discussão. A mesa-redonda “Os desafios para a segurança de barragens no Brasil” colocou em perspectiva as lições aprendidas com acidentes já ocorridos que, na visão dos especialistas, levaram a uma curva de aprendizado que se estenderá até meados de 2030. O papel do planejamento estratégico e tático, a capacitação e formação profissional e a participação social também foram enfatizados. 

 

A moderação foi do consultor, Gilberto Canali, com a participação de Jussara Cabral Cruz (Universidade Federal De Santa Maria – UFSM), Rogério Menescal (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA), Cristiane Collet Battiston (Ministério do Desenvolvimento Regional – MDR), Patrick Thadeu Thomas (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico- ANA), José Marques Filho (Universidade Federal do Paraná – UFPR) e Marcelo Rocha (SINGTD). 

 

Outros pontos altos do Simpósio

Confira mais momentos importantes do evento:

 

Em uma intensa agenda de reuniões paralelas, que pode ser conferida no link, o evento que movimenta a semana do Expominas trouxe temas altamente relevantes, durante a quinta-feira.

  • Programas ambientais:
    Surgem em reuniões que tratam de assuntos como o potencial de produção e a conservação de Recursos Hídricos. 
  • Boas práticas:
    Nesse sentido, ganha destaque o webinário especial sobre práticas de educação ambiental em comunidades tradicionais.
  • Conservação e biodiversidade
    Com uma reunião que coloca em cena o “Projeto Conexão Mata Atlântica” e seus efeitos práticos. 
  • Panorama mineiro:
    Em atividades cujo foco é a gestão das águas, bem como as políticas de conservação de recursos hídricos  praticadas no Estado de Minas Gerais.

 

Em seu último dia, nesta sexta-feira (26.11), o XXIV Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos cumpre uma agenda de visitas técnicas. O evento, que teve formato híbrido e correalização do Governo de Minas Gerais e da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), trouxe discussões fundamentais sobre a água, um recurso fundamental para as novas gerações e o futuro do planeta. Para o público em geral, foram disponibilizadas dezenas de  atividades gratuitas, disponíveis no canal do YouTube da Associação

*A ABRHidro agradece a participação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Governo Federal como patrocinadores na edição XXIV SBRH 2021.

 

Assessoria de Imprensa:

M.Bertelli Comunicação

(48) 99963.0416

imprensa@mbertelli.com.br